ENFERMAGE, CIÊNCIAS E SAÚDE

Gerson de Souza Santos - Bacharel em Enfermagem, Especialista em Saúde da Família, Mestrado em Enfermagem , Doutor em Ciências da Saúde - Escola Paulista de Enfermagem - Universidade Federal de São Paulo.

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domingo, 22 de novembro de 2009

TANATOLOGIA



TANATOLOGIA: UMA REFLEXÃO SOBRE A MORTE E O MORRER

INTRODUÇÃO

A morte não tem o mesmo significado para todos. As tensões provocadas pela morte nos seres humanos em geral, seja em relação a sua própria morte, a de seus familiares e/ou amigo, ou mesmo no exercício profissional, deixam em evidência sentimentos diferentes que vão desde a raiva, a tristeza, a barganha, a negação, entre outros, que precisam ser discutidos e analisados, de modo a propiciar um enfrentamento mais adequado do processo de morte e morrer.

A morte pode ser percebida de diferentes formas, conforme a história de vida, a religião e a cultura do indivíduo envolvido nesse processo. É fato que na maioria das vezes não estamos preparados para lidar com a morte dos outros e muito menos com a nossa própria morte, daí surge à importância de se refletir sobre esse acontecimento.

Na sociedade, de acordo com cada cultura, a concepção da morte, fica visível no modo como se fala ou não se fala dela, nos rituais que seguem o funeral, nos costumes do luto e nas sensações. Portanto, a questão da morte e do morrer se faz reflexão obrigatória.

A morte é um evento vital capaz de suscitar, nos seres humanos, sentimentos dirigidos pela emoção e reações emocionais frente à pessoa que está morrendo e àquelas que estão a sua volta. (LUNARDI FILHO, 2001).

O presente estudo tem por objetivo identificar as diferentes concepções e significações do processo de morte e morrer ao longo da evolução da humanidade.

A questão da morte precisa ser discutida e refletida para uma melhor elaboração e enfrentamento do processo do morrer. A morte mobiliza conteúdos internos, que na maioria das vezes são sentimentos desagradáveis como a angústia e a tristeza, que não se estando preparado para tal enfrentamento, poderá influenciar negativamente na qualidade de vida das pessoas.

A relevância deste estudo está na necessidade de discussão acerca da repercussão da morte em nossas vidas, na busca de refletir sobre os significados e valores que atribuímos ao processo da morte e do morrer no nosso cotidiano de vida

TANATOLOGIA – UM BREVE HISTÓRICO

O termo Tanatologia vem do grego que significa thnatos o deus da morte e logos estudo. Para Assumpção (2005), tanatologia significaria o “estudo da morte” ou “ciência da morte”.

O estudo da tanatologia possibilitou um meio para resgatar o sentido da morte por meio da superação dos medos culturalmente instituídos propondo uma reflexão sobre o sentido da vida e o processo da morte e do morrer com dignidade. ... para o ser humano, o ato de morrer, além de um fenômeno biológico natural, contém intrinsecamente uma dimensão simbólica, relacionada tanto a psicologia como as ciências sociais. Enquanto tal, a morte apresentou-se como um fenômeno impregnado de valores dependentes do contexto sócio-cultural e histórico em que se manifesta [...] (COMBINATO; QUEIROZ, 2006, p. 209).

Relatos pioneiros dos estudos sobre a morte aparecem com o médico canadense William Osler no ano de 1904, na sua publicação A study of death sobre os aspectos físicos e psicológicos com a intenção de diminuir o sofrimento das pessoas no que se refere à morte. Com o término da Segunda Guerra Mundial os estudos sobre a tanatologia progrediram. A obra de Feifel, The meaning of death, em 1959, falava sobre a proibição, o tabu em torno do tema morte.

“Na década de 1960, encontram-se os trabalhos da psiquiatra Kübler-Ross, realizados a partir de suas experiências profissionais com pacientes terminais.” (COMBINATO; QUEIROZ, 2006, p. 209). Em 1969 publicou a obra Sobre a morte e o morrer onde analisa os estágios que o ser o humano passa quando está em fase terminal, a saber: negação e isolamento, raiva, barganha, depressão e aceitação. Esses cinco estágios nem sempre acontecem em seqüência, pois podem se sobrepor um ao outro. É natural que toda pessoa acerca da morte reconheça algum dos sinais de que algo não transcorre normalmente, e desenvolva esses estágios, ou parte deles. Muitas vezes não dispomos de preparação psicológica para o enfrentamento de situações de morte iminente.

No Brasil, Wilma da Costa Torres (1934-2004) foi pioneira no desenvolvimento da área da tanatologia. “[...] Como todos os pioneiros, teve que desbravar campos desconhecidos e lutar contra preconceitos. [...]” (KOVÁCS, 2004, p. 95). Na década de 70 surgiram as suas primeiras publicações sobre o assunto. Em 1981 criou o primeiro Curso de Especialização em Tanatologia no Instituto de Seleção e Orientação Profissional (ISOP) da Fundação Getúlio Vargas. Após o fechamento do ISOP passou a desenvolver a área da tanatologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro ministrando aulas na graduação e pós-graduação. Criou o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Tanatologia destinado ao desenvolvimento de pesquisas de iniciação científica, aperfeiçoamento e pós-graduação.

A morte é um evento vivenciado de diferentes formas, por diferentes indivíduos envolvidos: o paciente crítico vivencia a morte de uma forma; seus familiares já sentem-se de outro modo e os elementos da equipe de saúde vêm a morte sob outro ângulo; mas basicamente todos passam por processos semelhantes, experimentam sensações semelhantes. (CRUZ; JAWARS, 2001, p.25 apud ROCHA et al, 2004).

Até então, poucos são os espaços nas universidades brasileiras para se tratar exclusivamente do tema morte, pois o tabu existe, mesmo no mundo acadêmico, apesar da temática ser uma realidade viva e constante para aqueles que trabalham na área da saúde. Há um despreparo filosófico e psicológico de um modo geral.

O estudo da tanatologia é de suma importância para desmistificar preconceitos e fornecer subsídios para um melhor preparo ao lidar com a questão da morte, proporcionando a valorização da humanização no cuidado de pessoas e pacientes com risco iminente de morte assim com também de seus familiares, através de ações de conforto e respeito.

MORTE À MODA ANTIGA

O homem por sua capacidade racional é o único ser consciente de sua própria morte. Com a certeza de sua finitude o homem vem sofrendo ao longo do tempo e se questionando sobre o sentido de sua existência, tendo como única certeza absoluta que está destinado a morrer.

“É comum em algum momento da vida do ser humano, o tema morte ser pensado e questionado. Dificilmente se aceita que as pessoas morrem porque simplesmente estão sujeitas às leis da natureza.” (MOREIRA; LISBOA, 2006).

Ao longo da história, o homem sempre buscou desvendar a morte e os mistérios que envolvem o antes e o depois de sua existência. (CHAUÍ, 1997). Como tem necessidade de compreendê-la, o homem busca conceituá-la assim como faz com todas as coisas do seu cotidiano.

O significado histórico e social da morte varia de acordo com as diferentes civilizações. O processo do morrer recebe tratamento diferenciado na história dos povos. Uma das características do ser humano é a atribuição de significados e valores que ele imprime às coisas. “[...] Por isso, o significado da morte varia necessariamente no decorrer da história e entre as diferentes culturas humanas.” (COMBINATO; QUEIROZ, 2006, p.210).

De acordo com a cultura e os costumes de cada povo, em épocas diferentes, o sentido dado à morte é distinto. Os sentimentos e ritos ligados a esse acontecimento variam conforme a evolução dos valores cultuados por cada sociedade.

A trajetória histórica dos comportamentos diante da morte desde os primórdios até os dias atuais sofreu alterações conforme a mudança pela quais passaram as sociedades e consequentemente recebeu as suas conseqüências. [...] Os povos mesopotâmios tinham por costume enterrar os corpos dos mortos da maneira mais escrupulosa, sendo o cadáver cuidadosamente acompanhado de todas as marcas mais distintas de sua identidade pessoal e familiar, como seus pertences, insígnias e objetos de uso, suas vestimentas e até mesmo de suas comidas prediletas. (GIACOIA JÚNIOR, 2005, p.15).

Para as civilizações da Mesopotâmia os rituais de inumação revelavam o significado da vida e da morte. O importante eram as marcas de identidade, personalidade e inserção social da pessoa durante a sua existência terrena. A morte seria uma espécie de rebaixamento da vida, o apagamento dessa mesma existência.

Já entre os antigos hindus a incineração crematória era o destino dado aos seus mortos. O cadáver era consumido pelo fogo, e as cinzas eram lançadas ao vento, ou nas águas dos rios, sendo o morto despojado de todos os seus traços de identidade. (GIACOIA JÚNIOR, 2005, p. 16). A cremação representava a purgação de todos os pecados, sendo a própria vida individual considerada uma transgressão que deveria ser expiada pela morte. “[...] o verdadeiro sentido da vida consiste no despojamento do corpo e na preparação para a morte. [...]” (GIACOIA JÚNIOR, 2005, p.17).

Para os antigos gregos, a incineração determinava dois tipos de mortos: o cadáver do homem comum e o cadáver dos grandes heróis. Ao anônimo cabia o crematório coletivo e o depósito de suas cinzas em vala comum. Os corpos falecidos dos heróis eram cremados na cerimônia da bela morte, onde os seus feitos no campo de batalha eram enaltecidos. A própria morte seria a prova de sua virtude, tornando-o um indivíduo cuja vida é digna de ser lembrada.

Para os judeus e cristãos que acreditavam na ressurreição após a morte, esta seria o acesso para outra dimensão da vida que poderia no inferno ou no paraíso, conforme os seus feitos terrenos a partir da observância dos mandamentos de Deus.

“Dessa maneira, o próprio sentido de imortalidade da alma se diferencia de acordo com as diversas maneiras de integração e gestão simbólica da morte pelas diferentes civilizações. [...]”. (GIACOIA JÚNIOR, 2005, p.18).

Portanto, é possível afirmar que a morte e o morrer, apesar de ser um fenômeno biológico e natural, assumem para o ser humano uma dimensão simbólica, impregnada de valores e significados diferentes conforme o contexto sócio-cultural e histórico em que se manifestam.

Na Idade Média a morte era entendida com naturalidade, fazendo parte do ambiente doméstico. Os cemitérios ocupavam o centro da cidade e faziam parte do cenário de vida das pessoas. Os mortos socialmente importantes eram enterrados no interior das igrejas. Aqueles menos importantes eram enterrados em um terreno ao lado, e os indignos sociais eram enterrados em vala comum que permanecia aberta até a completa lotação. O ritual da morte envolvia tanto a pessoa que ia morrer como os seus parentes e amigos. a morte é uma cerimônia pública e organizada. Organizada pelo próprio moribundo, que a preside e conhece o seu protocolo [...] Tratava-se de uma cerimônia pública [...] Era importante que os parentes, amigos e vizinhos estivessem presentes. Levavam-se as crianças. (ARIÈS, 1975/2003, p. 34 apud COMBINATO; QUEIROZ, 2006, p.211).

Os ritos e sacramentos da igreja antes da morte como a confissão, comunhão e a extrema-unção, e após a morte como o cortejo fúnebre, ritos de purificação e passagem conduzidos pelo sacerdote, revelavam a espiritualidade e a religiosidade ligadas a esse processo. (COMBINATO; QUEIROZ, 2006, p.211). Tanto a família como os amigos do morto manifestavam o processo do luto através do uso de roupas pretas e da não participação na vida social até que não acontecesse a elaboração do óbito.

As pessoas que sabiam que iam morrer protagonizavam todo o ritual, despedindo-se dos entes queridos, fazendo o testamento, buscando se reconciliar com as pessoas e superar as mágoas. A comunidade participava ativamente de todo esse processo.

De acordo com Moreira e Lisboa (2006), as pessoas morriam em casa, com a participação de toda a comunidade, o que as possibilitava vivenciar o fenômeno da morte de perto e, por estar ocorrendo com alguém tão próximo, era possível que fizessem uma identificação com o outro. “O conhecimento da morte era uma rotina e nenhuma criança crescia sem ter tido a experiência de ver, pelo menos, uma cena de morte.” (ARAÚJO; VIEIRA, 2001, p.105).

Como um marco histórico-social, a revolução industrial trouxe uma nova ordem social que repercutiu nas formas de morrer, nos rituais fúnebres e no luto após a morte. A partir do capitalismo, com a necessidade de produção emergente, o homem passa a ser visto como mão-de-obra para o desenvolvimento da nação, portanto a necessidade de ser portador de um corpo saudável para o trabalho obrigou o deslocamento de doentes para locais apropriados para o seu tratamento. Esses locais seriam os hospitais. Com isso, veio à valorização do individualismo o que fez com que a morte fosse personalizada.

A MORTE NOS DIAS ATUAIS

A visão de morte como acontecimento natural predominante no período que vai do século V ao século XII foi sendo transformada com o advento do capitalismo onde o homem passou a ser visto como mão-de-obra para o trabalho. Para tanto, era preciso que tivesse um corpo saudável, livre de doenças que o incapacitasse para as atividades laborais. Houve nessa época um êxodo rural que foi necessário para o fornecimento de trabalhadores para a indústria, ocasionando uma expansão desordenada das áreas urbanas que não tinham infra-estrutura para receber um elevado número de pessoas, o que ocasionou o surgimento de muitas doenças. As cidades não estavam preparadas para o grande fluxo de pessoas, não existia um planejamento sanitário, a água e os dejetos não tinham um tratamento adequado, com valas conduzindo materiais sem nenhuma estruturação prévia, contaminando os lençóis freáticos e proporcionando um aumento no número de roedores, mosquitos, etc., o que conseqüentemente, acarretou um aumento das doenças infecto-parasitárias. (MOREIRA; LISBOA, 2006).

Com a ciência e a tecnologia em franca expansão e a indústria precisando de trabalhadores saudáveis para garantir a produção, não era possível que os doentes ficassem aos cuidados da comunidade. Era preciso um local específico que se destinasse a tratar e curar os trabalhadores para devolvê-los saudáveis e produtivos para a construção do progresso.

De acordo com Moreira e Lisboa (2006), as famílias tinham necessidade de produzir e por isso não dispunham de tempo para cuidar do moribundo. A política de saúde da época era baseada em normas de higiene, sendo a morte e o moribundo inseridos nesse contexto.

“A institucionalização das práticas curativas, no Brasil, data da década de 60 e, conseqüentemente, a maioria das mortes passou a acontecer dentro das instituições de saúde, caracterizando uma institucionalização da morte.” (MOREIRA; LISBOA, 2006).

Com a institucionalização das práticas terapêuticas, a morte saiu do espaço familiar para o ambiente impessoal das instituições de saúde. O moribundo ficou entregue aos profissionais que são pessoas estranhas ao seu convívio, privados da companhia de seus familiares e amigos. A morte mudou de endereço, deixou a casa pelo hospital. Com o desenvolvimento do capitalismo e advento da modernidade, a morte, que estava presente na sala de visita, desloca-se para o hospital e, em alguns casos, para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Em ambiente isolado, com janelas fechadas, luz artificial, temperatura constante mantida pelo ar condicionado e equipamentos técnicos, os profissionais da saúde realizam procedimentos altamente sofisticados com pacientes que se encontram em situações limite entre a vida e a morte. (OLIVEIRA, apud COMBINATO; QUEIROZ, 2006, p.210).

Mesmo sabendo que a morte é a única certeza absoluta da existência humana, é angustiante e de difícil aceitação pelas pessoas, expressando-se pela dificuldade de lidar com o limite da vida. Ainda assim, sabendo que a morte é um fenômeno natural recusamos como sendo pessoal e inevitável, sendo comum as pessoas morrerem isoladas, encerradas nos hospitais, longe dos seus. Assim, adiamos o confronto em lidarmos com a nossa própria morte.

CONCLUSÃO

Ao identificar as diferentes formas de perceber e atribuir significados a morte e ao morrer pela humanidade ao longo de sua evolução, ficou evidente a necessidade de um maior aprofundamento da temática considerando que embora a morte seja um processo natural na vida do ser humano, é vista como um momento difícil e de grande sofrimento tanto.

Mesmo fazendo parte do cotidiano de vida das pessoas a morte é vista como tabu, um evento assustador cercado por mistérios que geram dificuldades para a aceitação e o enfrentamento.

O estudo mostrou que a forma de percepção e significação do processo de morte e morrer variam de acordo com o contexto sócio-cultural e histórico das diferentes civilizações.

Como um marco histórico-social, a revolução industrial representou uma nova ordem social que repercutiu até mesmo nos rituais fúnebres e luto. Da morte considerada como parte natural do ciclo evolutivo do homem, onde era vivenciada por toda a comunidade e geralmente acontecia em casa, passou para dentro dos hospitais dando-se o seu processo de institucionalização.

O medo da morte é cultural. Ele está relacionado ao desenvolvimento do sentido da vida. Trabalhando o medo da morte a pessoa se prepara para lidar com as pequenas perdas diárias que as acomete rotineiramente (perda do emprego, mudança de endereço, casamento de um filho, etc.). Através do estudo da tanatologia cria-se um meio para resgatar o sentido da morte por meio da superação dos medos culturalmente instituídos e propõe-se a uma reflexão sobre o sentido da vida e o morrer dignamente.

Os resultados deste estudo poderão subsidiar discussões tanto no âmbito da assistência e do ensino a respeito de pessoas com risco iminente de morte além de uma reflexão pessoal e particular acerca do tema sobre a morte e o morrer.

REFERÊNCIAS

ARAÚJO, P.V.R.; VIEIRA, M.J. As atitudes do homem frente a morte e o morrer. Revista Texto e Contexto Enfermagem, Florianópolis, v.10, p.105, 2001.

ARIÈS, P. História da morte no ocidente. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.

ASSUMPÇÃO, Edvaldo. Biotanatologia e Bioética. São Paulo: Paulinas, 2006.

CHAUÍ, M. Convite à filosofia. 8ª ed. São Paulo: Ática, 2002.

COMBINATO, Denise Stefanoni; QUEIROZ, Marcos de. Morte: uma visão psicossocial. Estudos de Psicologia, Natal: Universidade Federal do Rio Grande do Norte, ano/v. 11, n.2, p.209-216, maio/agosto de 2006.

CRUZ, S.T.; JAWARS, J.C. Perdas In: Série curricular para a formação do auxiliar de enfermagem. Psicologia Aplicada. Rio de Janeiro: Secretaria do Estado do Rio de Janeiro, 2001.

GIACOIA JÚNIOR, Oswaldo. A visão da morte ao longo do tempo. Medicina (Ribeirão Preto), v. 38, n.1, p.13-19, 2005.

KOVÁCS, Maria Júlia. Notícia - Wilma da Costa Torres (1934-2004): Pioneira da Tanatologia no Brasil. Psicologia Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 20, n.1, p. 95-96, jan./abril 2004.

LUNARDI FILHO, W.D. et al. Percepções e condutas dos profissionais de enfermagem frente ao processo de morrer e morte. Revista Texto e Contexto Enfermagem, Florianópolis, v.10, n.3, p. 60-81, 2001.

MOREIRA, Almir da Costa; LISBOA, Márcia Tereza Luz. A Morte _ Entre o Público e o Privado: reflexões para a prática profissional de enfermagem. Revista Enfermagem UERJ. Rio de Janeiro, v. 14, n.3, setembro de 2006. Disponível em:

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OLIVEIRA, E.C.N. O psicólogo na UTI: reflexões sobre a saúde, vida e morte nossa de cada dia. Psicologia: Ciência e Profissão, ano/v. 22, n.2, p.30-41, 2002.

ROCHA, Renata Alves et al. O Enfermeiro na Unidade de Terapia Intensiva: um enfoque sobre seus sentimentos no cuidado diário de pacientes em processo de morte. Juiz de Fora, 2004. 11 p. Artigo científico do Curso de Especialização em Enfermagem em Terapia Intensiva. Universidade Federal de Juiz de Fora.